PNAD 2004 - IBGE
PNAD 2004: ocupação cresceu e rendimento ficou estável
(Atualizado em 25/11/2005 às 16:22)
Em queda desde 1997, o rendimento médio real da população ocupada estabilizou-se em R$ 733 e a concentração das remunerações continuou em declínio: enquanto a metade com os menores rendimentos da população ocupada teve ganho real de 3,2%, a outra metade teve perda de 0,6%. Já o nível da ocupação – percentual de pessoas ocupadas na população de dez anos ou mais de idade – foi o maior desde 1996. Estas são algumas das informações levantadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE que, em 2004, entrevistou quase 400 mil pessoas e visitou pouco mais de 139 mil domicílios em todo o Brasil. Pela primeira vez, a PNAD investigou também as áreas rurais de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Além dos resultados com a cobertura completa da pesquisa em 2004, são apresentados dados harmonizados com a abrangência geográfica dos anos anteriores, para viabilizar as séries históricas.
A PNAD também constatou que o nível de instrução das mulheres que trabalhavam continuou maior que o dos homens e que menos de 3% dos jovens de 7 a 14 anos encontravam-se fora da escola em 2004. Verificou-se, também, que 5,3 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade estavam trabalhando.
Entre 2003 e 2004, cresceu em mais de 50% o número de domicílios que tinham exclusivamente o telefone celular e em 11% o daqueles onde havia computadores conectados à internet. Em 2004, as pessoas com 60 anos ou mais de idade já representavam quase 10% da população do País, e 46,5% dos trabalhadores tinham cobertura previdenciária. No entanto, somente 18% das pessoas ocupadas eram sindicalizados. A seguir, os principais dados da PNAD 2004./.../
(Atualizado em 25/11/2005 às 16:22)
Em queda desde 1997, o rendimento médio real da população ocupada estabilizou-se em R$ 733 e a concentração das remunerações continuou em declínio: enquanto a metade com os menores rendimentos da população ocupada teve ganho real de 3,2%, a outra metade teve perda de 0,6%. Já o nível da ocupação – percentual de pessoas ocupadas na população de dez anos ou mais de idade – foi o maior desde 1996. Estas são algumas das informações levantadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE que, em 2004, entrevistou quase 400 mil pessoas e visitou pouco mais de 139 mil domicílios em todo o Brasil. Pela primeira vez, a PNAD investigou também as áreas rurais de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Além dos resultados com a cobertura completa da pesquisa em 2004, são apresentados dados harmonizados com a abrangência geográfica dos anos anteriores, para viabilizar as séries históricas.
A PNAD também constatou que o nível de instrução das mulheres que trabalhavam continuou maior que o dos homens e que menos de 3% dos jovens de 7 a 14 anos encontravam-se fora da escola em 2004. Verificou-se, também, que 5,3 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade estavam trabalhando.
Entre 2003 e 2004, cresceu em mais de 50% o número de domicílios que tinham exclusivamente o telefone celular e em 11% o daqueles onde havia computadores conectados à internet. Em 2004, as pessoas com 60 anos ou mais de idade já representavam quase 10% da população do País, e 46,5% dos trabalhadores tinham cobertura previdenciária. No entanto, somente 18% das pessoas ocupadas eram sindicalizados. A seguir, os principais dados da PNAD 2004./.../
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